Pular para o conteúdo

Montando a automação com o AgentMaker

O AgentMaker também abre dentro do editor de automação. Em vez de arrastar os passos e configurar campo por campo, você descreve o que quer que aconteça — “quando o cliente ficar 2 dias sem responder, mandar uma mensagem” — e ele monta o fluxo para você revisar.

É o mesmo AgentMaker que ajuda a escrever o prompt do agente, mas em outro modo: aqui ele conhece os passos de automação, as suas etiquetas, listas, caixas de entrada, agentes e pessoas — e monta o fluxo com eles.

No editor da automação, na barra do topo, clique em AgentMaker. O painel abre à esquerda do canvas.

Duas coisas a saber:

  • Ele só aparece na seção Editor. Em Configurações e Atividade não há fluxo para montar.
  • Ele só aparece para quem pode editar automações. Quem só tem leitura não vê o botão.
  1. Você descreve o que deve acontecer, em linguagem comum.
  2. O AgentMaker monta o fluxo e confere com o SquadOS se ele é válido antes de te mostrar qualquer coisa.
  3. A proposta chega como um cartão que lista o que muda: passos novos, passos alterados (com o valor novo de cada campo), passos removidos e ligações criadas ou removidas.
  4. Você clica em Aplicar no fluxo. O canvas redesenha e a automação fica com alteração não salva.
  5. Salvar e ligar continuam sendo seus. Ele nunca salva, nunca liga e nunca publica nada.

Aplicar entra no histórico do editor: se não gostou, Ctrl+Z desfaz e o fluxo volta ao que era.

Antes de mostrar a proposta, o AgentMaker submete o fluxo à mesma verificação que roda quando você salva: gatilho sem saída, dois gatilhos que se sobrepõem, variável usada num passo onde ela ainda não existe, etiqueta que não existe na sua organização. Se algo não passa, ele corrige e tenta de novo — e você só vê o resultado depois de válido.

Quando ele não consegue montar, ele diz o que não conseguiu, em vez de entregar um fluxo que ia falhar na hora de salvar.

Se você mexer no canvas depois da proposta

Section titled “Se você mexer no canvas depois da proposta”

A proposta guarda o fluxo em que se baseou. Se você editou o canvas nesse meio-tempo e clica em Aplicar, o cartão avisa e não aplica:

Você mexeu no fluxo depois desta proposta. Para não apagar o que você fez, ela não foi aplicada — peça ao AgentMaker para refazer com o fluxo atual.

É proposital: aplicar por cima apagaria a sua edição sem aviso. Basta pedir para ele refazer.

Se o que você pediu depende de uma etiqueta ou de uma lista que ainda não existe, ele não inventa: aparece um cartão com o que falta e um botão Criar. Depois de criado, clique em Continuar — ele retoma de onde parou, agora com o recurso disponível, e monta o fluxo.

Caixa de entrada e agente ele não cria. Conectar um canal ou criar um agente são outros fluxos; nesses casos ele explica o que fazer e onde, e você resolve antes de voltar.

  • Salvar, ligar ou publicar a automação. Automação ligada dispara sozinha e fala com cliente real — esse clique é sempre seu.
  • Criar caixa de entrada (é conectar canal) ou criar agente.
  • Mexer na aba Configurações da automação.

Em todos esses casos ele vira recomendação: diz o que fazer, por quê, e onde clicar.

Quando falta informação — qual caixa de entrada usar, quantos dias esperar, o que a mensagem deve dizer, por qual critério separar dois grupos —, ele pergunta. Texto de mensagem vai para o seu cliente, e adivinhar isso seria pior do que perguntar.

Se você quer a proposta de primeira, diga tudo de uma vez: “quando entrar uma conversa na caixa Suporte, espera 1 hora; se ninguém tiver respondido, transfere para o agente Triagem”.

Cada automação tem a sua conversa, e ela fica salva neste navegador enquanto você trabalha: recarregar a página ou voltar depois não perde o contexto.

Para recomeçar do zero, use o botão de reiniciar conversa no topo do painel — ele pede confirmação, e limpar a conversa não altera o fluxo que está no canvas. O X fecha o painel sem apagar nada.

  • Descreva o resultado, não os passos. “Quero avisar o time quando um cliente reclamar” funciona melhor do que tentar ditar cada nó.
  • Uma mudança por vez. É mais fácil revisar o cartão e desfazer se não gostar.
  • Revise antes de salvar. O cartão mostra o que muda; o canvas mostra o fluxo inteiro. Salve só quando os dois estiverem como você quer.
  • Teste depois de aplicar. O botão Testar roda o fluxo que está no editor agora, com envios simulados — veja Execuções e testes.